Dados do Ministério da Saúde Brasileiro mostram redução do hábito de fumar. O número estimado de fumantes caiu cerca de 40% nos últimos 12 anos segundo dados de 2018. Os homens ainda fumam quase duas vezes mais do que as mulheres (12% vs. 6.9%).
Os jovens tendem a fumar mais do que os idosos. Este último dado pode ser particularmente importante porque o hábito de fumar prejudica substancialmente a fecundidade (potencial de engravidar) e a reprodução.
As principais consequências reprodutivas do tabagismo são:
🔹 demora para alcançar a gravidez.
🔹 perda de folículos da reserva ovariana, com antecipação da menopausa de 1 a 4 anos em fumantes comparada a não fumantes. Ou seja, fumar acelera a perda da função reprodutiva.
🔹 redução na quantidade, motilidade e atividade anti-oxidante nos espermatozoides. Esse efeito é dependente da quantidade consumida.
🔹 piora dos resultados de tratamentos de fertilização – fumantes requerem normalmente o dobro da quantidade de ciclos de FIV do que os não fumantes para engravidar.
🔹 fumantes passivos com grande exposição ao tabaco podem ter as mesmas consequências reprodutivas dos fumantes.
🔹 O aconselhamento médico para parar de fumar 🚫 é mais eficiente na tentante do que nas que já engravidaram. Parar de fumar é uma atitude eficiente! Os benefícios da interrupção para melhorar a fertilidade são mais consistentes após 1 ano.
🔹 Várias substâncias tóxicas do cigarro já são identificadas no sangue do cordão umbilical do bebê durante a gestação 🆘.
🔹 Médicos precisam incentivar e educar seus pacientes a parar de fumar e evitar a exposição como fumante passivo.
Saúde, qualidade de vida, respeito, fertilidade, felicidade e família! Todos merecem.

